6 modos de aumentar a sua força interior exercitando a resiliência

Blog Pitacos e Achados

resiliencia

Olá pessoal!!

Embora muitas pessoas não saibam, resiliência é a capacidade de uma pessoa de se adaptar a mudanças, de se reerguer depois de situações adversas. Pode parecer um conceito confuso, mas é preciso assumir que esse tipo de situação acontece o tempo todo e que em muitas delas pode ser bastante difícil recobrar o ânimo. Entretanto, saber superar os imprevistos é fundamental para o desenvolvimento de uma pessoa. Algumas maneiras de exercitar sua resiliência.

1 – Desafie a si mesmo
Parte do processo de construção dessa resiliência é saber que você já passou por situações adversas antes e as enfrentou de maneira corajosa. Não desista antes mesmo de assumir um projeto só porque ele parece difícil. O sucesso alcançado de maneira desafiadora é também mais incentivador.

2 – Tenha planos reserva
As emergências são, até certo ponto, previsíveis. Procure identificar os pontos falhos do seu plano, seja ele para…

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5 Dicas Para Acelerar o Seu Desenvolvimento no Aprendizado de Línguas

Os 4 Passos Importantes Para se Aprender Uma Nova Língua utilizando o método de aprendizagem natural são: escutar, fixar, imitar e finalmente falar. Os dois primeiros passos estão diretamente relacionados com escutar um determinado conteúdo repetidas vezes até que o seu cérebro reconheça todas as palavras e compreenda o seu significado.

Se você está estudando alguma língua ou está pensando em começar essa jornada, aqui vão 5 dicas simples para acelerar o seu aprendizado:

  • Escute muitos áudios na língua que você está estudando ou pretende aprender.
  • Use o seu smartphone como um aliado no seu desenvolvimento. Salve áudios que você possa ouvir enquanto estiver se deslocando de casa para o trabalho (ou para a escola) ou fazendo exercícios físicos.
  • Escute os mesmos áudios muitas vezes e comece a repetir em voz alta o que você está ouvindo.
  • Escolha conteúdo do seu interesse, se você vai escutar um pod-cast, ver um filme ou ler um texto, procure temas que sejam do seu interesse.
  • Assista novamente uma série que você gostou de ver, mas agora com o áudio no idioma que você quer aprender. Você pode primeiro assistir com a legenda em português, depois com a legenda no outro idioma.

Se você gostou deste post, deixe o seu comentário e compartilhe! Leia também o post Como Falar Francês em Um Ano.

4 Passos Importantes Para se Aprender Uma Nova Língua

Você tem vontade de aprender uma nova língua e está com preguiça porque acha que vai demorar anos para ser capaz de falar? Então você não está sozinha, pois a maioria das pessoas compartilha deste pensamento.

Eu não vou te dizer que aprender uma nova língua é fácil ou que não exige esforço porque não é verdade, mas vou compartilhar com você 4 passos importantes para o aprendizado de línguas que identifiquei observando o meu próprio desenvolvimento e o desenvolvimento dos meus filhos.

Quando fomos morar na França, meus filhos tiveram a oportunidade de estudar numa escola francesa e aprender uma segunda língua. Dessa forma, pude acompanhar o desenvolvimento deles na aprendizagem do Francês de forma natural e espontânea. O Bruno na época tinha 3 anos e ele tinha acabado de conquistar a sua fluência no Português! Já o Diogo tinha 5 anos e meio e já lia e escrevia. Apesar do desenvolvimento dos dois ter sido um pouco diferente por causa da diferença de idade, eles basicamente seguiram os mesmos 4 passos.

Antes do primeiro dia de aula, eu e o meu marido ensinamos a eles algumas frases de primeira necessidade como: “bom dia”, “obrigada”, “por favor”, “quero ir ao banheiro” e “quero beber água”. E assim, munidos deste vasto vocabulário, eles foram para a escola sem saberem nada, ou melhor, quase nada de Francês.

Adivinhem o que aconteceu? Num primeiro momento eles ficaram mudos, pararam de falar! No entanto, após algumas semanas eles já compreendiam bastante e, depois de alguns meses, eles estavam se arriscando a falar as primeiras frases simples. Ao final de um ano e meio, quando voltamos para o Brasil, os dois estavam falando Francês fluentemente.

Você deve estar se perguntando, mas e daí? Fazendo uma análise sobre o processo de aprendizado deles pude perceber que foi muito similar à forma como nós mesmos aprendemos a nossa língua mãe (apesar de já termos nos esquecido disso!).

Então vamos aos 4 passos que podem te ajudar na sua jornada de aprender uma nova língua:

1º passo: o primeiro passo para se aprender uma nova língua é escutar! Escutar para compreender.

Parar de falar é uma reação muito natural para quem não sabe falar a língua. E, se pararmos para pensar, isso pode não ser tão ruim assim. Quando paramos de falar nós abrimos espaço para escutar o que os outros falam. O que vem a ser o primeiro passo do aprendizado de uma língua, a compreensão.

Fazendo um paralelo com o desenvolvimento de uma criança, observamos que desde o seu nascimento ela escuta as pessoas falando a sua volta. Nos primeiros meses de vida ela não compreende o significado das palavras, mas aos poucos ela vai identificando as palavras e criando relações entre o que ela ouve, o que ela sente e o que ela vê.

2º passo: o segundo passo no aprendizado da língua é a fixação. Ouvir várias vezes para fixar o conhecimento.

Na verdade, a medida que a criança escuta várias vezes a mesma coisa ela começa a fixar o que ela ouve. Um bom exemplo é quando damos um DVD novo pra criança achando que ela vai gostar de variar e somos surpreendidos por eles nos pedindo para ver o mesmo DVD antigo. A criança gosta muito de ver conteúdo repetido porque a cada vez que ela assiste ela fixa o conteúdo na memória e vai assimilando mais informações. Assim como a criança, é necessário ouvir diversas vezes a mesma coisa para que você seja capaz de identificar as palavras, assimilar o seu significado e compreender a estrutura da língua.

3º passo: o terceiro passo é a imitação. Imitar para treinar. Esse passo é onde vai passar da compreensão para a fase de expressão. Uma nova língua é repleta de novos sons que utilizam músculos que não estamos acostumados a utilizar. A melhor forma de treinar esses músculos é imitar alguém falando. Assim como a criança faz quando repete o que nós falamos.

Voltando ao exemplo dos meus filhos, volta e meia eu pegava um deles fazendo um barulho tipo “rrrrrrrrr” saindo da garganta. Parecia que eles estavam engasgados e, no começo eu perguntava, o que é isso, que barulho é esse? Depois eu entendi que na verdade eles estavam treinando um fonema muito característico do Francês, como em merci por exemplo.

4º passo: o quarto passo é falar. Para se comunicar nós precisamos falar. Mas nós não precisamos falar corretamente. O problema é que nós ficamos com vergonha de falar errado e queremos aguardar o momento em que seremos capazes de falar corretamente para começar a falar. Esse é o principal erro de quem quer aprender outra língua!

Deixa eu te dar um exemplo: se você está no Rio de Janeiro e um gringo te para na rua, com um mapa na mão, e te pergunta: “onde é “pau de azucar”? Você pode até achar engraçado mas, muito provavelmente você não só vai dar a informação pra ele de como chegar no Pão de Açúcar, mas também vai achar muito legal ele ter tentando falar Português. Além disso, se ele foi capaz de te compreender (que é bem mais fácil do que falar!) pode-se dizer que a comunicação foi 100% eficiente. Ou seja, ele conseguiu a informação que queria.

Então quer dizer que é legal falar tudo errado? Não, o que eu quero dizer é que, mais importante do que falar corretamente é tentar falar. Não tenha medo de errar. Quando você se ouve falando errado o seu cérebro registra o erro e tenta corrigi-lo automaticamente. Como esse processo pode levar alguns minutos, provavelmente você não será capaz de voltar pra pessoa que te ajudou e falar a frase corretamente mas, de qualquer forma, ela fica gravada na sua memória e, quando você se vir novamente na mesma situação, você vai resgatar essa memória e falar corretamente.

Eu costumo dizer que: “quem fala, erra e quem erra, aprende” e o contrário também é válido. Isso significa que “quem não fala, não erra! Mas, também não aprende!”

Se você está estudando algum idioma ou se ainda está na dúvida se deve tentar, anime-se! Você é capaz de falar uma outra língua e nem mesmo precisa saber escrever para conseguir isso! Espero que esses 4 passos sejam úteis pra você na sua jornada.

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A Melhor Hora para Educar o seu Filho

Em geral, são nos momentos de sono, fome e cansaço que a criança fica mais chata e tem comportamentos inadequados. Nessa hora, é muito comum os pais tentarem impor limites à criança e, normalmente, esses são os piores momentos para se fazer isso.

Quando a criança está cansada, ela não responde adequadamente aos “comandos” dos pais porque já esgotou a sua capacidade de autocontrole. Se cobrarmos dela um determinado comportamento quando ela já não tem mais capacidade de resposta, ela acaba deixando as suas emoções dominarem a situação e pode entrar em crise. Os pais, além de perderem a “batalha” travada hora errada, acabam por se sentir frustrados e perdidos e culpados.

Então, qual é a solução? E se o meu filho bater numa pessoa? Eu não vou exigir que ele peça desculpas? Não. Definitivamente essa é uma situação que, não importa se o seu filho está cansado ou não, você não vai deixar que ele bata em alguém sem ser repreendido. Porém, é importante que a situação seja quebrada, senão ele vai acabar fazendo novamente justamente por que está cansado.

Se eu não devo educá-lo na hora que ele faz algo errado, quando vou fazer isso? Bom, é aí que está a chave do negócio. Você precisa ensinar o seu filho a ter autocontrole quando está descansado e pronto para aprender e não no momento de crise. No meu post Ensinando o Seu Filho a Controlar Suas Emoções eu dou algumas dicas de como fazer isso por meio de brincadeiras simples e divertidas.

Pesquisas científicas comprovam que o autocontrole traz inúmeros benefícios para a criança ao longo da sua vida. Além de controlarem a si mesmas, elas são capazes de compreender melhor os sentimentos dos outros e tem maior capacidade de tomar decisões.

Daniel Goleman em seu livro Focus mostra os benefícios de se adotar um programa de Aprendizagem Social e Emocional (SEL – Social and Emotional Learning) nas escolas. O autor Augusto Cury, em seu livro, Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século, fala sobre como nós falhamos em educar os nossos filhos para lidar com suas emoções e evitar que a ansiedade se torne um problema na vida deles.

Como pais de uma nova geração podemos ser expectadores e ver os nossos filhos em meio a um mar de informações desconexas, ou podemos atuar mais ativamente, ensinando-os a lidar com seus sentimentos, construindo pontes para tornarem-se pessoas emocionalmente preparadas para lidar com as situações difíceis da vida.

Inspire-se e mão à obra! Se você gostou deste post, deixe o seu comentário e compartilhe! Se você quer saber mais sobre o assunto, leia mais sobre 3 Regras para Minimizar as Crises Nervosas do Seu Filho.

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Mudança, Força de Vontade e Autocontrole

Quando fazemos uma dieta para emagrecer e conquistar aquela forma física tão desejada, precisamos de uma boa dose de autocontrole e força de vontade para mudarmos nossos hábitos. Se não, como resistir àquele docinho depois do almoço?

Para entender melhor o que significa ter autocontrole, vou utilizar o exemplo dado pelos irmãos Heart, no livro Switch, sobre o comportamento de estudantes do ensino superior durante uma pesquisa de “Percepção do alimento”.

Os estudantes foram orientados a não comer por 3 horas antes do teste. Com um pouco de fome, eles se dirigiram para uma sala que estava com um cheirinho maravilhoso de biscoitos de chocolate saídos do forno. Na sala havia uma mesa com 2 pratos: um com os biscoitos quentinhos e chocolates, e outro com pedacinhos de rabanete.

Os pesquisadores explicaram que tinham escolhido biscoitos de chocolate e rabanetes por conterem sabores bem diferentes e que no dia seguinte eles seriam perguntados sobre sua memória do gosto e sensação que tiveram durante a degustação. Metade dos participantes foi orientada a provar 2 ou 3 chocolates, e a outra metade deveria comer 2 ou 3 rabanetes. Enquanto eles comiam, os pesquisadores saíram da sala para induzir os comedores de rabanetes a provar escondido os chocolates. Todos os participantes respeitaram a orientação e nenhum dos comedores de rabanetes caiu em tentação. Isso é a força de vontade em ação!

Depois que o “estudo sobre o gosto” havia terminado, outro grupo de pesquisadores começou a fazer um segundo estudo, supostamente não-relacionado. Estavam interessados em descobrir quem era melhor para resolver problemas, estudantes do ensino médio ou estudantes do ensino superior.

Dessa forma, os estudantes do ensino superior receberam uma série de exercícios complexos que exigiam que eles traçassem formas geométricas sem tirar o lápis do papel ou repassar o lápis em cima de qualquer linha já traçada. Na realidade os exercícios foram elaborados para serem insolúveis e os pesquisadores estavam interessados em ver o quanto os estudantes iriam persistir diante da difícil e frustrante tarefa, antes de finalmente desistirem.

Os estudantes “não tentados”, ou seja, que não tiveram que resistir à tentação de comer os deliciosos biscoitos de chocolate, levaram 19 minutos para executar a tarefa, fazendo 34 tentativas para resolver o problema. Entretanto, os comedores de rabanetes foram menos persistentes. Eles desistiram em apenas 8 minutos (menos da metade do tempo gasto pelos comedores de biscoitos) e fizeram apenas 19 tentativas de resolver o exercício. Porque eles desistiram tão fácil?

A resposta é surpreendente: eles esgotaram seu autocontrole. Em estudos como esse, psicólogos descobriram que autocontrole é um recurso esgotável. É como fazer levantamento de peso, o primeiro é fácil, quando seus músculos estão descansados. Mas com a repetição, seus músculos ficam exaustos até que você não consegue mais levantar o peso novamente. Os comedores de rabanetes drenaram o seu autocontrole resistindo à tentação de comer os biscoitos de chocolate e não tiveram força suficiente para tentar mais de 8 minutos.

Dezenas de estudos mostram a natureza exaustiva da auto-supervisão. Os comportamentos auto supervisionados, que exigem que utilizemos a razão, ou os circuitos do cérebro “top-down”, demandam esforço, raciocínio e são altamente cansativos. A sorte é que grande parte de nossas tarefas diárias ocorrem de maneira automática.

Quando dirigimos, por exemplo, fazemos tudo de forma automática e utilizamos os chamados circuitos “bottom-up” do nosso cérebro. Agora, se formos para a Inglaterra por exemplo e alugarmos um carro com direção do lado direito, num primeiro momento teremos que dirigir prestando atenção a cada movimento, acionando os circuitos “top-down”.

E o que isso tem a ver com a mudança? Quando as pessoas tentam mudar as coisas, geralmente elas estão mexendo com comportamentos que se tornaram automáticos e mudar esses comportamentos requer auto-supervisão e força de vontade. Elas precisam parar de utilizar os circuitos “bottom-up” do cérebro e passar a pensar como fazer da nova forma, utilizando os circuitos “top-down”.

Portanto, quando ouvimos dizer que mudar é difícil porque as pessoas são preguiçosas ou resistentes, isso não é verdade. De fato, o que ocorre, é que a mudança é difícil porque ela esgota as pessoas! “O que pode parecer preguiça, normalmente é exaustão”.

Então, antes de desistir de seus sonhos porque acha que não é capaz de mudar, se dê uma chance. Inspire fundo e pense de forma criativa, o que você pode fazer para tornar a mudança mais fácil?

O Medo da Mudança

O que você está fazendo da sua vida? Você está insatisfeito com o seu trabalho, com o seu relacionamento ou com a política do seu país? Acho que neste momento 100% dos brasileiros está insatisfeito com a política! Mas porque você não faz nada para mudar o que está te incomodando?

Somos ótimos em arrumar desculpas para não fazermos as coisas, pois afinal de contas o ser humano não gosta de mudanças. Quem não fica irritado quando uma nova versão de um software reorganiza os ícones que já estávamos tão acostumados! Mudanças trazem desconforto, mas muitas vezes é o desconforto que nos impele a mudar.

É muito comum termos medo do desconhecido e talvez por essa razão as mudanças sejam tão difíceis e venham acompanhadas de uma boa dose de ansiedade. Na verdade, mudar algo que já fazemos de uma determinada forma conhecida, implica em reconstruir algo que já se tornou um hábito. Mudar de cidade ou de país, significa sairmos da nossa zona de conforto e abrimos mão da segurança do nosso lar, do nosso bairro, da nossa cultura e muitas vezes, da proximidade dos amigos e da família.

Mas a mudança também abre portas para novas descobertas e novas oportunidades. Podemos ficar paralisados pelo medo ou enfrentá-lo e enxergar o lado bom das mudanças. A terapia cognitiva diz que focar em experiências negativas é receita certa para depressão. Temos que focar no lado positivo.

Segundo Richard Boytzis, um psicologista da Weatherhead School of Management na Case Western Reserve University, falar positivamente sobre seus objetivos e sonhos ativa centros do cérebro que te abre a novas possibilidades. Mas, conversar sobre o que você deve fazer para se corrigir, te fecha.

Mudanças exigem: motivação, uma boa dose de força de vontade e persistência, mas podem ser altamente gratificantes e realizadoras. Aliás, o mundo não é estático e a única certeza que temos é que a mudança é inevitável.

Podemos ser passivos e nos adaptar às mudanças conforme elas forem acontecendo, ou podemos ser protagonistas da nossa própria estória e sermos os agentes da mudança.

Então, que tal resgatar um pouco do seu sonho e pensar sobre o que você adoraria estar fazendo daqui à 10 anos? Qual o legado que você gostaria de deixar para os seus descendentes?

Espero que esse post tenha te inspirado a mudar. Se você gostou deste post, deixe seu comentário!